domingo, 19 de fevereiro de 2017

Inocente que ficou 1 ano preso perdeu namorada, emprego e sonhos

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Constança Rezende, O Dia - Aos 23 anos, Hércules Menezes Santos não consegue pensar em um futuro promissor para sua vida. Ele perdeu a namorada, a reputação e já não sabe mais se tem emprego. 



Em 2013, foi acusado, junto com Douglas Oliveira Moreira, de roubar um carro em Nova Iguaçu. A única prova usada para incriminá-lo foi o fato de ele ser amigo em rede social do receptador das rodas do veículo. A foto na página da rede social de Hércules, foi vista pela testemunha do roubo, que apontou características físicas em comum com o verdadeiro assaltante: ele é negro, baixo e ‘troncudo’.


Nesta semana, depois de um ano, um mês e dois dias da prisão, o Ministério Público (MP) do Rio reconheceu a falta de provas e pediu sua liberdade provisória, aprovada pelo Tribunal de Justiça, além da absolvição. Na Justiça, houve uma mudança de opinião, mas na vida de Hércules os danos foram traumáticos e permanentes. Em dezembro de 2013, mesmo sem antecedentes criminais, com emprego de carteira assinada e residência fixa, o MP, a 58ª DP (Posse) e o Tribunal de Justiça optaram por lhe prender temporariamente, sob alegação de causar “repercussão danosa e prejudicial ao meio social”.

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Seu vizinho no bairro Pavuna, assim como o interceptador das rodas, Douglas conseguiu logo a liberdade depois que provou pelo ponto biométrico que estava no trabalho no momento do crime. Hércules, responsável pelo transporte de cargas de um conhecido supermercado, não tinha a prova cabal, e perdeu seu sustento e a mulher com quem pretendia se casar.

Ele classificou como um pesadelo o tempo que passou na cadeia. “Foi uma covardia o que fizeram comigo. Aquele lugar é terrível, espero nunca mais ter que passar nem perto”, contou. Hércules lembrou que se apresentou na delegacia, logo após receber o mandado de prisão, sem saber o que havia acontecido. “Reuni meus documentos e fui correndo para a delegacia para tentar esclarecer algum mal entendido. Mas lá já me algemaram, como se eu fosse um criminoso”, relatou.

Na hora do crime, Hércules estava comemorando o aniversário da filha de um casal de amigos. Os vizinhos foram à Justiça com a identidade da filha,para comprovar o aniversário, mas não adiantou. Nem mesmo o fato de o tal ladrão de carros parecido com Hércules ter sido preso, meses depois, junto com uma quadrilha que roubava carros em Nova Iguaçu, foi suficiente para que a Justiça visse o engano.

Em nota, a assessoria do MP respondeu que, durante o processo, a defesa conseguiu convencer o órgão de que havia dúvidas se Hércules havia cometido o crime. “A Promotoria de Investigação Penal requereu a prisão temporária na época dos fatos porque a vítima reconheceu Hércules. Mas todas as provas devem ser analisadas conjuntamente e, por isso, o MP entendeu que deveria pedir a absolvição.”
Ação contra o estado

O presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB-RJ, o advogado Marcelo Dias, disse que vai se reunir com o advogado de Hércules, Fernando Fernandes, para estudar um possível processo no estado por danos morais e materiais. O grupo, que acompanhou o caso, assim como a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), também querem fazer um ato de desagravo à prisão.

“Hércules deixou de receber salário e teve danos morais e psicológicos. Ficou amargando na prisão neste período todo. Ele trabalhava com carteira assinada, tinha endereço fixo, e não tinha antecedentes criminais. Pelo Código Penal, ele não apresentava risco à sociedade e poderia responder o caso em liberdade”, justificou Dias.

De acordo com ele, dados do Supremo Tribunal Federal (STF) indicam que, do total de presos no Brasil, 40% poderia responder em liberdade, o que corresponde a 200 mil pessoas. “Elas poderiam prestar serviços à sociedade. Todo mundo sabe da ‘universidade do crime’. As pessoas entram inocentes no nosso sistema prisional e saem criminosas. A juventude negra que vive isso. É uma crueldade”, afirmou.

Depois de reconhecido na foto do Facebook, Hércules foi denunciado por roubo de carro em mais dois processos de amigos da testemunha, que também foram assaltadas na mesma região. O dono do carro mostrou as fotos do Facebook para as outras vítimas, que também acharam que Hércules era o autor dos outros assaltos. Porém, em audiência na Justiça, não reconheceram o jovem, que foi absolvido.

Após ser chamado de idiota, Gregorio Duvivier critica Sheherazade em entrevista

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Revista Fórum - Na última segunda-feira (13), a apresentadora do SBT Rachel Sheherazade, conhecida pelo perfil político conservador, resolveu destilar seu ódio a artistas de esquerda, como Camila Pitanga, Wagner Moura, Bianca Comparato, Gregório Duvivier, Marcos Palmeira e Leandra Leal.


Os seis atores foram chamados pela jornalista de “idiotas inúteis” em uma publicação em redes sociais como o Twitter e Facebook. A frase foi acompanhada de uma declaração creditada ao ator Kevin Spacey (da série “House of Cards”), que teria dito que “a opinião de um ator sobre política não importa merda nenhuma”.



A equipe do portal F5 entrou em contato com os artistas mencionados, mas a maioria deles preferiu não se manifestar sobre o assunto. Somente Gregório Duvivier respondeu à reportagem e disse que ela não entendeu a ironia do ator americano. “Ele é irônico. Isso é uma incompreensão gigantesca do que é arte e política, mas não tem muito o que esperar dela”, rebateu.

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Muitos internautas criticaram Sheherazade e questionaram a ideologia da apresentadora, que até pouco tempo defendia políticos acusados de corrupção, como o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB).

O estranho caso do senador do PT que faz autocrítica na Veja e reclama de falas “deturpadas”

Humberto Costa

Por Kiko Nogueira - Era uma vez um senador chamado Humberto Costa, do PT de Pernambuco.


Ex-ministro da Saúde do governo Lula, Humberto foi uma voz ativa durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Combativo, denunciou o golpe na tribuna.


Em dezembro, foi reconhecido por um sujeito quando estava na Livraria Cultura do Recife e hostilizado.

Os dois acabaram se atracando. “Sem qualquer motivo, fui atacado por uma pessoa completamente descompensada. Primeiro, verbalmente, tratado por vários impropérios. Não satisfeito, o agressor partiu para o ataque físico”, disse em nota.

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O homem era mais um brasileiro submetido à pesada dieta de ódio seletivo que tem na Veja a grande porta voz. Humberto é uma presença constante na revista há muito tempo, aliás. Obviamente que nunca apareceu de maneira positiva.

Augusto Nunes dedicou-lhe vários textos ao longo de 2016. Num deles, chamou-o de “oposicionista petralha”. Noutro, acusou Costa de proibir Temer “de tirar o país do buraco em que foi enfiado pela quadrilha lulopetista”.

Humberto, um dia, resolveu fazer uma autocrítica de seu partido. Autocrítica é uma coisa saudável.

Mas ele resolveu fazer isso na Veja.

Humberto, lemos no site, conta “que chegou a hora de o PT admitir que se envolveu em corrupção, pedir desculpas à sociedade pelos erros que cometeu e abandonar o discurso de ‘denúncia do golpe’”.

As declarações estão, neste momento, em todos os sites extremistas que o cidadão que tentou encher a cara de Humberto de porrada adora, da Folha Política a um tal Jornalivre.

Intelectuais como Alexandre Frota estão felizes como pinto no lixo. Frota já está espalhando um meme com uma palavra de ordem: “Mais uma vez o PT se colocou acima do Brasil. Compartilhe e mostre a sua indignação!”

Diante da reclamação de alguns militantes, Humberto agora alega que suas falas foram “deturpadas”. Puxa vida!

A lógica é a mesma que levava o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, a ir sempre ao programa Pânico, da Jovem Pan. Nunca ganhou um voto. Foi massacrado nas eleições para prefeito.

Humberto é mais uma flor desse republicanismo. Se depender dessa estratégia, Bolsonaro 2018 é batata.

O meme que o Frota está espalhando


O meme que o Frota está espalhando

Descoberta: Antes de morrer, Teori fez reclamações por escrito sobre Janot e PGR



Segundo o colunista da Folha de S.Paulo, Elio Gaspari, o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, morto em um acidente aéreo no dia 19 de janeiro, tinha costume de fazer diários e, em algumas anotações, comentou que sua relação com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não estava bem.


Zavascki se dizia insatisfeito com o trabalho do PGR e estaria ameaçando deixar isso público caso Janot não resolvesse a lentidão de processos sob sua responsabilidade. 




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Unidos, rivais peitam a Globo e acabam barrados pela federação paranaense.

Atlético-PR e Coritiba preferiram não realizar a partida e enfrentaram o modelo tradicional do futebol

Coritiba e Atlético protagonizaram um episódio corajoso na tarde deste domingo. Decididos a falar não à Rede Globo, os clubes optaram por inovar no modelo de transmissão do clássico: através do canal do Youtube.


Isso porque ambas as diretorias não concordaram com a proposta financeira feita pela emissora. Por conta disso dois maiores clubes do futebol paranaense não fecharam o acordo, e anunciaram o clássico cuja transmissão se daria pelas redes sociais.


A transmissão atraiu cerca de 100 mil pessoas simultaneamente, distribuídas entre os dois canais dos clubes nas redes sociais. Porém, com tudo pronto para o confronto, a FPF - Federação Paranaense de Futebol proibiu a realização da partida.


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Para a entidade, a partida só aconteceria caso a transmissão fosse interrompida. Os clubes, no entanto, se negaram a atender o pedido e acabaram protagonizando um episódio inédito no futebol brasileiro.

"Essa decisão vai servir para o resto dos tempos, quando Atlético e Coritiba iniciaram um processo silencioso e dizer não. Nós temos o direito de dizer não. E fica o alerta para os demais presidentes de clubes, que sigam o exemplo de Atlético e Coritiba: vamos dizer não", afirmou o presidente do Atlético-PR, o presidente Luiz Sallim Emed, após confirmar a não realização da partida.

De mãos dadas, os jogadores voltaram dos vestiários juntos, cumprimentaram os presidentes de ambos os clubes e unidos, aplaudiram os torcedores que lotaram a Arena da Baixada. Os torcedores se retiraram do estádio com a confirmação do não acontecimento da partida, mas aplaudiram os jogadores e os dirigentes.

Presidente do Banco Mundial detona governo Temer na Globo e causa saia justa entre jornalistas


Jim Yong Kim, presidente do Banco Mundial criticou o governo Temer agora a pouco no programa Noite Total da Radio Globo & CBN,dirigido por Tania Morales.


Disse ele " É a primeira vez que vejo um governo destruir o que está dando certo. Nós do Banco Mundial, o G8 e a ONU recomendamos os programas sociais brasileiros para dezenas de países,tendo em vista os milhões de pobres brasileiros que saíram da extrema pobreza nos governos anteriores a esse.


Agora a fome vai aumentar consideravelmente em 2017.Cortar programas sociais que custam tão pouco ao governo,como o Bolsa Família, é uma coisa que não tem explicação".

A saia justa dos jornalistas foi visível.



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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Formatura de história UDESC: Juramento e FORA TEMER

Emocionante! O juramento mais lindo que já vi!! Formandos 2017 do curso de História da UDESC.