quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Vídeo Censurado pelo Facebook - Semelhanças Bolsonaro/Nazismo

Ao nosso entender, um vídeo - informativo - que não ataca a honra de Jair Bolsonaro (inclusive trás trechos de suas falas), mas trás de forma lúcida e crítica questões relevantes que devem ser abordadas no atual momento do País.


O vídeo sobrevoa apenas no campo das ideias e das reflexões, não há motivo que justifique a CENSURA deste conteúdo que repousa no campo da informação e da comparação!




Temer é suspeito na Lava-Jato. Indicar sucessor de Teori, seria um absurdo.

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Morreu nesta quinta-feira (19), aos 68 anos de idade, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki após a queda de uma aeronave em Paraty, litoral do Rio de Janeiro.


Zavascki era o relatar da Lava Jato no STF. Decidia quem seria investigado ou não. Processado ou não. Condenava, absolvia, ainda que sujeito a ter suas decisões alteradas pelo colegiado. Porém, sem andamento de Teori, nada andava para políticos com foro privilegiado.



Antes que algum espertinho tente vender a tese de que o PT está por trás de tudo isso, é bom que saibam que Lula não tem foro privilegiado e, assim, não seria julgado pelo STF antes de passar por pelo menos duas instâncias da Justiça comum.

Na verdade, os investigados pela Lava Jato que estavam ameaçados pelo STF são justamente os que têm mandatos e ou cargos públicos importantes, como deputados, senadores, presidente da República e ministros de Estado.

Teori estava para homologar dezenas e dezenas de acordos de delação premiada de funcionários da Odebrecht contra alvos que até aqui não vinham sendo incomodados. Os nomes de tucanos graúdos apareceram justamente nas delações da Odebrecht, mas o principal nome envolvido nas delações que Teori iria analisar é o do presidente da República.

O nome do presidente Michel Temer aparece 43 vezes no documento do acordo de delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, é mencionado 45 vezes e Moreira Franco, secretário de Parceria e Investimentos do governo Temer, 34.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que pediu demissão recentemente, surge em 67 trechos.

O líder do governo no Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR), apontado como o “homem de frente” das negociações da empreiteira no Congresso, tem 105 menções no relato, um arquivo preliminar, ao qual a Folha teve acesso, do que o ex-executivo vai dizer em depoimento às autoridades da Lava Jato.

De acordo com Melo Filho, o presidente Temer atua de forma “indireta” na arrecadação financeira do PMDB, mas teve papel “relevante” em 2014, quando, segundo ele, pediu R$ 10 milhões a Marcelo Odebrecht para a campanha eleitoral durante jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014.

Segundo o delator, Temer incumbiu Padilha de operacionalizar pagamentos de campanha. O ministro, diz o ex-executivo, cuidou da distribuição de R$ 4 milhões daqueles R$ 10 milhões: “Foi ele o representante escolhido por Michel Temer –fato que demonstrava a confiança entre os dois–, que recebeu e endereçou os pagamentos realizados a pretexto de campanha solicitadas por Michel Temer. Este fato deixa claro seu peso político, principalmente quando observado pela ótica do valor do pagamento realizado, na ordem de R$ 4 milhões”.

“Chegamos no Palácio do Jaburu e fomos recebidos por Eliseu Padilha. Como Michel Temer ainda não tinha chegado, ficamos conversando amenidades em uma sala à direita de quem entra na residência pela entrada principal. Acredito que esta sala é uma biblioteca”, disse o delator, que conta detalhes do jantar.

“Após a chegada de Michel Temer, sentamos na varanda em cadeiras de couro preto, com estrutura de alumínio. No jantar, acredito que considerando a importância do PMDB e a condição de possuir o Vice-Presidente da República como presidente do referido partido político, Marcelo Odebrecht definiu que seria feito pagamento no valor de R$ 10 milhões”, diz.

“Claramente, o local escolhido para a reunião foi uma opção simbólica voltada a dar mais peso ao pedido de repasse financeiro que foi feito naquela ocasião. Inclusive, houve troca de e-mails nos quais Marcelo se referiu à ajuda definida no jantar, fazendo referência a Temer como ‘MT'”, ressalta o ex-executivo da Odebrecht.

Um dos endereços de entrega foi o escritório de advocacia de José Yunes, atual assessor especial da Presidência da República.

Segundo o delator, “o atual presidente da República também utilizava seus prepostos para atingir interesses pessoais, como no caso dos pagamentos que participei, operacionalizado via Eliseu Padilha”.

O delator disse que foi apresentado a Temer por Geddel em agosto de 2005 na festa de aniversário de seu pai.

Ao se referir ao ministro Padilha, ele afirma que o hoje ministro “atua como verdadeiro preposto de Michel Temer e deixa claro que muitas vezes fala em seu nome”, disse Melo Filho.

“Eliseu Padilha concentra as arrecadações financeiras desse núcleo político do PMDB para posteriores repasses internos”, afirmou.

A relação entre os quatro caciques peemedebistas é muito forte, segundo o delator, “o que confere peso aos pedidos formulados por eles (ministros), pois se sabe que o pleito solicitado em contrapartida (pela empresa) será atendido também por Michel Temer”.

“Geddel Vieira Lima também possui influência dentro do grupo, interagindo com agentes privados para atender seus pleitos em troca de pagamentos”, disse o delator.

Melo Filho afirmou que defendia “vigorosamente” as solicitações de pagamento feitas por Geddel junto à Odebrecht “como retribuição” pelo fato de o ex-ministro lhe aproximar das outras lideranças.

Sobre Jucá, ele declarou que um “exemplo” da força dele é “encontrado no fato de que o gabinete do Senador sempre foi concorrido e frequentado por agentes privados interessados na sua atuação estratégica”.


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Em 2016, inteligência do STF foi informado que Teori era espionado

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Brasil 247 – O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, foi monitorado por arapongas em Brasília, segundo informa a jornalista Vera Magalhães, da coluna Radar.


A espionagem foi descoberta pelas autoridades e estavam sendo buscados os responsáveis. Eis sua nota:

Teori monitorado

Arapongas andaram espionando a vida do relator da Lava-Jato, Teori Zavascki. O setor de inteligência do Supremo Tribunal Federal foi informado, há cerca de dez dias, de que espiões de Brasília dispunham de detalhes dos hábitos e horários do ministro, e iniciou investigação sigilosa para saber se Teori teve telefones grampeados e que outros tipos de monitoramento sofreu. A inteligência está em busca de elementos que levem aos mandantes da operação. Se conseguir apontá-los, a prisão de Delcídio do Amaral parecerá coisa de juizados de pequenas causas.


Teori era o relator da Lava Jato no STF e, nesta semana, determinou, por meio de liminar confirmada pelo plenário do STF, o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de seu mandato e da presidência da Câmara. Foi ele também o responsável pela prisão do senador Delcídio Amaral.

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Filho de Teori relatou ameaças; Temer vai escolher novo relator da Lava Jato


Filho do ministro do STF Teori Zavascki, Francisco Zavascki postou, em maio de 2016, sobre supostas ameaças que seu pai e sua família estariam sofrendo. Teori é relator da Operação Lava Jato no Supremo e estava a bordo do avião de pequeno porte que caiu em Paraty nesta quinta-feira.


"É óbvio que há movimentos dos mais variados tipos para frear a Lava Jato. Penso que é até infantil que não há, isto é, que criminosos do pior tipo (conforme MPF afirma) simplesmente resolveram se submeter à lei! Acredito que a Lei e as instituições vão vencer. Porém, alerto: se algo acontecer com alguém da minha família, vocês já sabem onde procurar...! Fica o recado!", escreveu Francisco em seu Facebook.




À época, Teori chegou a comentar com alguns veículos sobre a postagem do filho e confirmou a existência de ameaças. "Não tenho recebido nada sério", disse o ministro à "EBC". Ao EXTRA, Francisco confirmou, nesta quinta-feira, a autoria de sua postagem feita há quase oito meses. "Ainda está no ar", declarou o filho do ministro do STF.

Antes, Francisco já confirmara que o pai estava no avião que caiu em Paraty, na Costa Verde do Rio, na tarde desta quinta-feira. Ele contou que a família ainda não tem maiores informações e que “espera por um milagre”.

- Estamos reunidos na casa da minha irmã, em Porto Alegre, esperando notícias. Meu pai estava de férias passeando, mas não sei quem estava com ele. Estamos esperando um milagre - disse Francisco.


Segundo o Corpo de Bombeiros, o avião PR-SOM, modelo Hawker Beechcraft King Air C90 decolou por volta das 13h do Campo de Marte, em São Paulo. Segundo a Infraero, a aeronave tem capacidade para oito pessoas. De acordo com a FAB (Força Aérea Brasileira), quatro pessoas estavam a bordo.

Procurado pelo EXTRA, o Hotel Emiliano, proprietário do avião, afirmou que não tem informações sobre o acidente ou a lista de passageiros. No Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), o expediente já havia sido encerrado e ninguém foi encontrado para falar sobre o acidente. A Infraero informou que as informações seriam passadas somente pelo Hotel Emiliano.

Em nota, o Comando do 1º Distrito Naval da Marinha informa que recebeu a informação da queda do avião às 13h45 desta quinta-feira e que a Agência da Capitania dos Portos em Paraty (AgParaty) enviou ao local do acidente uma equipe para prestar apoio na busca aos tripulantes da aeronave. Ainda de acordo com a Marinha, 50 militares e três embarcações estão envolvidos nas buscas, além da equipe do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro e de barcos pesqueiros.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/filho-de-teori-relatou-ameacas-se-algo-acontecer-minha-familia-sabem-onde-procurar-20799674.html#ixzz4WFEjxE00



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Confira conversa entre Machado e Jucá sobre Teori Zavascki, homem honrado.

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MACHADO - Um caminho é buscar alguém que tem ligação com o Teori [Zavascki, relator da Lava Jato], mas parece que não tem ninguém.


JUCÁ - Não tem. É um cara fechado, foi ela [Dilma] que botou, um cara... Burocrata da... Ex-ministro do STJ [Superior Tribunal de Justiça].
Fim da conversa no bate-papo


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Veja confirma a morte do ministro Teori Zavascki

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Veja - Confirmado pelo Corpo de Bombeiros: o ministro do Supremo Teori Zavascki faleceu vítima do acidente aéreo no Rio


Confirmado pelo Corpo de Bombeiros: o ministro do Supremo Teori Zavascki faleceu vítima do acidente aéreo no Rio. Ele deve ser velado no STF e será enterrado em Santa Catarina.


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'Estamos torcendo por um milagre', diz filho de Teori Zavascki


A família do ministro do Supremo Tribunal Federal e relator dos processos da Lava Jato que correm no STF, Teori Zavaski, diz esperar por um milagre depois das informações de que o voo em que ele estava caiu no litoral de Paraty, na região sul do estado do Rio de Janeiro.

"Ele estava a bordo e estamos torcendo por um milagre", disse Alexandre Zavascki, filho do ministro, à BBC Brasil.


Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, o avião de modelo Beechcraft C90GT, prefixo PR-SOM, saiu do aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, às 13h (horário de Brasília).

A aeronave PR-SOM está registrada em nome da Emiliano Empreendimentos e Participações Hoteleiras Limitada.

Integrantes da Marinha e do Corpo de Bombeiros prestam assistência no local.

Com reportagem de Felipe Souza, Néli Pereira, Paula Reverbel e Luis Kawaguti


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